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sábado, 30 de julho de 2011

Lições de hoje

Aprendi a dar 'sins'. E a responder (com coragem) às consequências de cada um deles.
Aprendi a esforçar-me um pouco mais. A expor-me um pouco mais.
Aprendi que para dar 'sim' a gente precisa ser inteligente e corajoso. Inteligente pra saber que é a hora, o lugar, o momento. Corajoso pra cumprir.
Aprendi que na verdade nem a inteligência, nem a coragem, vêm da gente. Então, aprendi a pedir.
Aprendi que dar sim dá trabalho, mas que é uma boa forma de crescer.

Aprendi a deixar Deus dar 'sim' a Deus por mim.

Rafaelly '

Ainda assim, creio!

Difícil é quando já não podemos fazer nada. É quando perdemos o controle.
É quando não temos força suficiente pra mudar os fatos. E precisamos aceitá-los, sem entendê-los.

Difícil é a gente não conseguir ver e mesmo assim, continuar acreditando.

Rafaelly '

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Sem complexidades


Talvez porque eu seja complicada, as coisas simples me encantam... As bem simples, as mais simples.
Um sorriso. Um bom dia. Um fim de tarde. Um verso. Uma canção bem leve. Algumas preces...
Tudo isso me encanta.

Rafaelly '

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Para os dias frios...


Cantava até no inverno, embora fosse de verões. 
Era seu jeito de colorir os dias inevitavelmente cinzas.

Rafaelly '

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Seis faces do amor


Eu o conheci quando tinha aproximadamente seis anos. Chama-se dado do amor. Disseram-me que seria meu exercício diário: assim que acordasse, lançaria-o, e durante aquele dia teria o desafio de realizar o que quer que a face superior mostrasse (amar a todos, ver Jesus no outro, amar por primeiro, amar o inimigo, fazer-se um ou amor recíproco).
Não sei se o meu dadinho era viciado, mas quase sempre aparecia-me "Amar o inimigo".
Pra falar a verdade, dentre todas as faces essa era que eu menos gostava. Só porque era a mais custosa. Era deveras cansativo evitar as brigas, suportar os gritos dos coleguinhas, as implicâncias. Muito embora, naquele tempo eu ainda não entendesse bem... Sabia que era custoso, e por isso não gostava. Pronto.
O tempo foi passando, meu dadinho se rasgou, ou se perdeu (nem lembro mais). Eu cresci. Aprendi o que é inimigo. O que é cansativo. O que é custoso.
E vejam só: lá continuou Deus, mostrando-me não mais com um dado, entretanto com a vida, que ainda é preciso amar o "inimigo" por mais desgastante que seja. Que ainda é preciso acordar, lançar o orgulho pro ar e deixar-se desafiar por uma daquelas seis faces (loucas) do amor. Acreditando, com bastante força, que nisso há um pouco de Deus. Ou muito.

Rafaelly '

De los nomadismos


Para vivir es necesario un espíritu aventurero, dispuesto a salir de sí mismo y descubrir lo oculto. Es necesario cambiar de sitio, de calle, de mundo. Salir de su mundo hasta el mundo del otro. Salir de su comodidad.
Hago todos los días por lo menos dos viajes: uno de ida, al amanecer, en el que salgo de mí y voy de encuentro al conocimiento, a las amistades, a las responsabilidades, y otro de vuelta, cuando llega la noche, en el que encuentro lo que se ha transformado en mí.
Pienso que esto es viajar: perder el miedo de perderse, e ir en busca de lo nuevo, continuamente, con la única preocupación de dejar allá un poco de sí y traer de vuelta un poco de los otros.
Creo que viajar es aprender. Aprender que no eres el único a sufrir, ni el único felíz. Aprender que no sabes todo, ni puedes. Por lo contrario: Aprender que no saber nada.
Por fin, viajar es una experiencia de cambio, de adaptación y de cambio otra vez. Es vencer el miedo de las transformaciones y dejar que salga del corazón la curiosidad por lo nuevo.
Rafaelly '